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Positivo detalha exposição a Casas Bahia

Positivo garante que exposição a recebíveis das Casas Bahia é limitada e coberta por seguro, enquanto outras empresas do setor financeiro também movim

Not Journal 18 Aug 2026
Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Empresa afirma que impacto de recuperação judicial é limitado e coberto por seguro de crédito. Outras companhias, como Taesa, Brava, Axia e Itaú, também aparecem em notícias do setor financeiro.

A Positivo Tecnologia (POSI3) comunicou ao mercado nesta segunda-feira, 17 de agosto de 2026, que o impacto em suas contas a receber decorrente do pedido de recuperação judicial do Grupo Casas Bahia (BHIA3) não é considerado material pela administração. A empresa, que atua como fornecedora para o varejista, informou que o saldo atual de contas a receber do Grupo Casas Bahia totaliza aproximadamente R$ 19 milhões. Este valor representa 2,7% do saldo líquido total de contas a receber da Positivo em 30 de junho de 2026, conforme divulgado em suas demonstrações financeiras do segundo trimestre de 2026.

Em um comunicado oficial, a Positivo Tecnologia destacou que a totalidade dessa exposição está coberta por seguro de crédito, contratado junto a duas seguradoras de relevância no mercado. A companhia assegurou que acompanha de perto a evolução da situação das Casas Bahia e que já adotou as medidas comerciais e administrativas cabíveis para mitigar quaisquer potenciais efeitos adversos. A transparência da Positivo busca tranquilizar investidores e o mercado em geral diante da notícia da recuperação judicial do Grupo Casas Bahia, um dos maiores players do varejo brasileiro.

O cenário macroeconômico da América Latina, marcado por gastos rígidos e polarização política, tem limitado as perspectivas de consolidação fiscal em diversos países, conforme apontado por um relatório da Moody's divulgado recentemente. As exigências de gastos elevados e de difícil redução, sejam por obrigações legais ou por resistência política e social, restringem a flexibilidade orçamentária dos governos. Isso dificulta a diminuição de déficits, a estabilização da dívida pública e a capacidade de resposta a choques econômicos. Pagamentos de juros, salários, subsídios e transferências governamentais representam uma parcela significativa e crescente das despesas, levando os governos a dependerem de medidas de receita, muitas vezes menos duradouras, ou de cortes em investimentos públicos para ajustar suas contas. A melhoria da eficiência dos gastos é apontada como uma estratégia para conter o crescimento futuro das despesas, mas a capacidade de implementação é limitada.

Em um contexto corporativo distinto, a XP Inc. (XPBR31) divulgou seus resultados financeiros para o segundo trimestre de 2026, apresentando um lucro líquido ajustado de R$ 1,38 bilhão, o que representa um crescimento anual de 5%. O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) atingiu 22,5%, com uma expansão de 80 pontos-base em relação ao trimestre anterior. A receita bruta da companhia somou R$ 5,056 bilhões no período, um aumento de 8% na comparação anual. O lucro antes dos tributos (EBT) ajustado cresceu 15%, alcançando R$ 1,565 bilhão. Os ativos em custódia da XP Inc. mantiveram-se estáveis no trimestre, mas registraram uma alta de 12% em 12 meses, totalizando R$ 1,53 trilhão. Adicionalmente, a empresa anunciou o cancelamento de 11.791.755 ações Class A mantidas em tesouraria, correspondendo a 2,3% do total de ações.

As notícias financeiras desta segunda-feira também incluíram informações sobre outras companhias. A Taesa, Brava, Axia e o Itaú, embora não detalhados em trechos específicos, foram citados em contextos noticiosos do setor financeiro, indicando um fluxo contínuo de informações sobre o desempenho e as estratégias de grandes players do mercado. A dinâmica do mercado financeiro, com resultados trimestrais, notícias sobre recuperação judicial e análises macroeconômicas, reflete um ambiente de constante atenção por parte de investidores e analistas. A clareza e a transparência de empresas como a Positivo em divulgar informações relevantes são cruciais para a manutenção da confiança no mercado, especialmente em períodos de incerteza econômica.

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