Um MBA do que não fazer em uma fusão: o caso Azzas
A maior parte das fusões não quebra primeiro na planilha, quebra no poder.
Roberto Valverde é advisor de M&A e conselheiro consultivo, com trajetória construída na prática empresarial. Após fundar a Master Park e vender a companhia ao Pátria, passou a atuar em processos de venda, estratégia e governança para empresários e acionistas. Escreve sobre negócios com foco em criação de valor, decisões estratégicas e os bastidores reais do mundo empresarial.
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A maior parte das fusões não quebra primeiro na planilha, quebra no poder.
Antecipar tendências, cenários, riscos, oportunidades embora parece ser uma coisa óbvia, ainda é um exercício para poucos.
O private credit nasceu para ocupar um espaço que os bancos deixaram.
Cercado de gente, mas sem contraditório, o CEO no topo das empresas virou um ponto de isolamento onde camadas e filtros afastam a liderança da realidade.
Entre o abuso do passado e a performance do presente, a gestão continua falhando no essencial.
O mesmo setor que carrega quase um quarto da economia nacional também virou manchete por recorde de recuperação judicial.