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TSE descarta indícios de interferência estrangeira nas eleições

Presidente do TSE garante que não há provas de interferência externa no pleito, apesar de alertas diplomáticos.

Not Journal • • 1 min de leitura
Foto: Reprodução

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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, afirmou neste domingo (4) que não há evidências concretas de interferência internacional no primeiro turno das eleições de 2026. A declaração ocorreu durante entrevista coletiva em Brasília, baseada em relatórios de monitoramento do próprio tribunal, da Polícia Federal (PF) e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

O tema ganhou repercussão após representações diplomáticas dos Estados Unidos e da Austrália emitirem alertas de segurança e suspenderem serviços consulares na última sexta-feira (2). Segundo Nunes Marques, medidas do tipo são comuns em países com eleições polarizadas. "Até o momento, não temos nenhum indicativo concreto de interferência internacional", declarou o ministro, ressaltando que os setores de inteligência não registraram qualquer tipo de ameaça externa ao pleito.

Durante o balanço do primeiro turno, o TSE também divulgou dados sobre a infraestrutura e a segurança da votação. Em todo o país, 1.121 urnas eletrônicas precisaram ser substituídas, o que representa 0,2% do total, majoritariamente devido a oscilações de energia. No âmbito da segurança, a Polícia Federal conduziu 59 pessoas a delegacias e apreendeu mais de R$ 380 mil em espécie em ações de combate a crimes eleitorais, como compra de votos e propaganda irregular. O segundo turno está marcado para o dia 25 de outubro.

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