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FMI vê maior previsibilidade com trégua entre EUA e China

Acordo estende prazo para negociações e reduz tarifas, gerando maior segurança para o comércio global.

Not Journal • • 1 min de leitura
Foto: Reprodução

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O Fundo Monetário Internacional (FMI) declarou apoio à prorrogação da trégua comercial entre os Estados Unidos e a China. A extensão do acordo por mais dois meses, anunciada em 1º de outubro de 2026, é vista pela instituição como um passo fundamental para reduzir as tensões e estabilizar as perspectivas do comércio global.

O entendimento adia o fim do pacto, que expiraria em 10 de novembro de 2026, para o dia 10 de janeiro de 2027. Segundo o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, a medida oferece mais tempo para que os países negociem soluções no campo econômico. A prorrogação dá continuidade ao acordo conjunto firmado em Kuala Lumpur, em outubro de 2025, e reflete as recentes reuniões entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping.

Além de estender o prazo de negociação, o acordo estabelece a redução recíproca de taxas alfandegárias sobre bens considerados não estratégicos, avaliados em cerca de 30 bilhões de dólares para cada lado. Aproximadamente 90% desses produtos terão suas tarifas reduzidas para os níveis aplicados a nações mais favorecidas.

A porta-voz do FMI, Julie Kozack, destacou que o compromisso cria uma estrutura favorável para o tratamento tarifário de determinados produtos. "Isso é importante porque contribui para aumentar a previsibilidade do ambiente comercial, e essa é uma conquista significativa", afirmou Kozack, ressaltando que o Fundo continuará monitorando a evolução das relações entre as duas maiores economias do mundo.

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