Regulação de ativos virtuais traz desafios operacionais
Regulamentação de ativos virtuais impõe desafios e barreiras para empresas que buscam operar legalmente no país.
Marcelo Bueno/Z.ro Global Payments | (divulgação)
O mercado brasileiro de ativos virtuais entrou em uma nova etapa de implementação do regime regulatório. Empresas que desejam continuar operando precisam estar inseridas no processo de autorização do Banco Central (BC) sob o regime de Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais (PSAVs).
A necessidade de regulação é justificada por riscos de custódia, governança, segurança, lavagem de dinheiro, proteção dos clientes e segregação patrimonial. Esses fatores se tornaram mais evidentes com o crescimento e a integração do setor ao sistema financeiro tradicional.
O processo de regulamentação, no entanto, aponta desafios significativos. Segundo análise de Marcelo Bueno, publicada no Finsiders Brasil, a nova fase revela barreiras de entrada e gargalos operacionais para as empresas do setor.
O marco desta nova etapa ocorre no final de outubro de 2026. Como próximo passo, as empresas devem seguir o processo de autorização junto ao Banco Central para manter suas operações regulares no país.
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