Produção de fitoterápicos une saúde e sustentabilidade no Brasil
Valorizar a flora nacional com tecnologia é chave para expandir fitoterápicos e beneficiar saúde e economia.
(Reprodução/Correio Braziliense Economia)
A cadeia produtiva de plantas medicinais desponta como uma alternativa que alia desenvolvimento econômico, preservação ambiental e melhoria nos padrões de saúde da população brasileira. O tema foi alvo de análise recente sobre os entraves e as oportunidades para a expansão desse setor no país.
O debate central envolve a necessidade de agregar valor à flora nacional. A estruturação do mercado exige investimentos em tecnologia para a criação de extratos padronizados, fator fundamental para garantir a segurança e a eficácia dos tratamentos oferecidos aos pacientes.
O farmacêutico e engenheiro agrônomo da Sustentec, Euclides Lara Cardozo Junior, destaca o impacto positivo dessa cadeia. Segundo ele, ao agregar valor às plantas medicinais com alto grau de padronização, é possível trazer uma opção terapêutica confiável para os usuários. O especialista ressalta ainda que a prática gera benefícios econômicos diretos ao proporcionar uma melhoria na remuneração das matérias-primas fornecidas pelos produtores.
A discussão, levantada em reportagem de Caetano Yamamoto para o Correio Braziliense em novembro de 2026, reforça que o trabalho com fitoterápicos está intrinsecamente ligado a práticas de sustentabilidade social e ambiental. Até o momento, não há confirmação sobre cronogramas ou novas políticas públicas específicas para impulsionar o segmento em âmbito nacional.
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