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Nasdaq atinge máxima histórica puxado por gigantes de tecnologia

Gigantes da tecnologia impulsionam índice a novo pico histórico em meio à expectativa por balanços trimestrais.

Not Journal • • 2 min de leitura
Foto: Reprodução

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O índice Nasdaq Composite encerrou o pregão de segunda-feira (5) em patamar inédito, atingindo 27.477,31 pontos após uma alta de 1,05%. O movimento foi liderado pelo avanço das ações de grandes empresas de tecnologia, em um cenário de expectativa do mercado financeiro para o início da temporada de balanços do terceiro trimestre.

Durante a sessão, o indicador também registrou uma nova máxima intraday de 27.544,07 pontos. O desempenho positivo foi sustentado principalmente pela Nvidia, que subiu 2,1% e alcançou valor de mercado de US$ 5,76 trilhões, e pela Microsoft, com alta de 1,5%. Outras companhias do setor, como Meta e Tesla, registraram ganhos próximos a 2%. Fora do eixo das gigantes, a empresa de software PTC disparou 33% após o anúncio de sua compra pela francesa Schneider Electric por US$ 22,6 bilhões.

O otimismo no mercado acionário contrasta com a pressão no mercado de renda fixa, onde o rendimento dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos de 10 anos subiu para 5,31%. Segundo especialistas do Briefing.com, a valorização das empresas de tecnologia reflete a confiança dos investidores nas perspectivas financeiras das companhias antes da divulgação dos resultados trimestrais. Christopher Low, da FHN Financial, destacou que os investidores ignoraram a agitação no mercado de títulos durante o pregão.

O cenário macroeconômico também foi influenciado por dados recentes de emprego nos Estados Unidos, que vieram abaixo do esperado e reduziram as apostas de um aumento na taxa de juros pelo Federal Reserve na reunião de outubro. A probabilidade de elevação caiu de 70% para 24% em uma semana. Paralelamente, o mercado monitorou a queda nos preços do petróleo, motivada pelo aumento das exportações no Oriente Médio e pelo compromisso do G7 em ampliar a oferta global da commodity. A temporada de resultados ganha força na próxima semana com os balanços dos grandes bancos americanos.

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