WEG, a fábrica de bilionários do Brasil
A WEG, gigante catarinense de motores e tecnologia industrial, não só domina o mercado global, mas também criou sete novos bilionários brasileiros, transformando executivos em magnatas graças à valorização de suas ações.
WEG, a fábrica de bilionários: 7 novos nomes entram para a lista da Forbes
A nova lista da Forbes Brasil trouxe uma revelação impressionante: a WEG, multinacional catarinense de equipamentos elétricos, motores e tecnologia industrial, foi responsável por criar sete novos bilionários brasileiros em 2025. Executivos e herdeiros da companhia agora figuram entre os estreantes da elite financeira, com fortunas que variam entre R$ 3,2 bilhões e R$ 4,8 bilhões.
Fundada em 1961 em Jaraguá do Sul (SC), a WEG começou como uma fabricante de motores elétricos e se transformou em um conglomerado global presente em mais de 135 países. Hoje, é referência mundial em soluções para automação, energia renovável, geração e distribuição elétrica, com receitas anuais que superam os R$ 30 bilhões.
O fenômeno de multiplicação de fortunas se explica pelo modelo de governança da WEG: executivos que lideraram a expansão da empresa ao longo das décadas receberam participação acionária significativa. Com a valorização contínua das ações na B3 — que mais que dobraram nos últimos cinco anos — esses pacotes acionários transformaram gestores de longa data em bilionários.
Entre os novos nomes da lista estão Sérgio Luiz Silva Schwartz, Décio da Silva, Martin Werninghaus, Edward Henrique de Sá, Harry Schmelzer Júnior, Nildemar Secches e Wilson José Watzko. Todos ligados à trajetória de crescimento da WEG, que mantém forte cultura de reinvestimento e inovação.
O caso reforça como a empresa se consolidou não apenas como líder industrial, mas também como “fábrica de bilionários”, um fenômeno raro no Brasil, marcado mais por heranças familiares do que pela ascensão de executivos ao topo da lista dos mais ricos.