Soros Capital aposta na Coreia do Sul e em semicondutores e sai do Brasil no 2º tri
A Soros Capital Management reposicionou a carteira no 2º trimestre: entrou em Coreia do Sul e reforçou chips, enquanto zerou Brasil (EWZ), segundo o formulário 13F.
Do Brasil para Seul: fundo de Soros busca beta em Coreia e chips
Movimentos-chave (Q2 2025):
Novas posições:
• iShares MSCI South Korea (EWY): 229 mil cotas, US$ 16,4 mi.
• VanEck Semiconductor (SMH): 113 mil cotas, US$ 31,5 mi.
Saídas totais: Core Scientific (CORZ), iShares MSCI Brazil (EWZ) e Yum China (YUMC).
Aumentos:
• Nvidia (NVDA): ~103 mil ações (US$ 16,3 mi), de 17,5 mil.
• Broadcom (AVGO): 37 mil (US$ 10,2 mi), de ~11 mil.
• Fiserv (FI): 31 mil (US$ 5,36 mi), de 15 mil.
Reduções:
• Portillo’s (PTLO): 80 mil (US$ 936 mil), de 431 mil.
• Boston Scientific (BSX): 6 mil (US$ 654 mil), de ~154 mil.
• TSMC (TSM): 64 mil (US$ 14,6 mi), de 174 mil.
Leitura rápida:
O fundo intensificou a exposição temática a semicondutores via SMH e nomes líderes (Nvidia/Broadcom) e ampliou o beta asiático com EWY, ao mesmo tempo em que retirou a alocação tática em Brasil. Os dados são de 30 de junho (13F), não inclui posições fora dos EUA, shorts ou derivativos.