Governo prevê 'imposto do pecado' no orçamento de 2027
Orçamento de 2027 prevê taxação de itens nocivos à saúde e ao meio ambiente para aumentar arrecadação.
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A proposta orçamentária para 2027 incluirá a cobrança do chamado 'imposto do pecado' sobre produtos como bebidas alcoólicas, refrigerantes e cigarros. A medida visa desestimular o consumo de itens considerados prejudiciais à saúde e ao meio ambiente, além de aumentar a arrecadação federal.
A inclusão do tributo no planejamento financeiro do governo reflete uma tendência global de taxação de produtos nocivos. A expectativa é que a nova alíquota incida diretamente sobre a produção e comercialização desses bens, impactando o preço final ao consumidor.
O debate sobre a implementação do imposto ocorre em um cenário político agitado. Recentemente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu a campanha digital do candidato à Presidência Renan Santos (Missão), após o ministro José Dias Toffoli apontar descumprimento de regras sobre a prestação de contas em redes sociais. A decisão proíbe Santos de participar de debates, gerando repercussão nacional e internacional, com a revista britânica The Economist destacando a 'visão ousada' do candidato para a economia brasileira.
Além do cenário político, o país acompanha desdobramentos no esporte, com o anúncio da aposentadoria do craque argentino Lionel Messi do futebol internacional. Aos 39 anos, o jogador, que tem contrato com o Inter Miami até 2028, revelou que a decisão foi influenciada pela recente perda de seu pai, Jorge Messi.
A proposta do 'imposto do pecado' ainda passará por discussões no Congresso Nacional antes de ser efetivada. Especialistas apontam que a medida pode gerar debates acalorados entre setores da indústria e defensores da saúde pública, exigindo do governo habilidade política para aprovar a taxação no orçamento de 2027.