Fim do happy hour? O consumo de álcool está caindo para patamares históricos
Nos EUA, o consumo de álcool está caindo a patamares históricos. Uma pesquisa Gallup revelou que apenas 54% dos adultos dizem beber atualmente, o menor índice em décadas.
Bebida Alcoólica
O fim da era do happy hour?
Nos EUA, o consumo de álcool está caindo a patamares históricos.
Uma pesquisa Gallup revelou que apenas 54% dos adultos dizem beber atualmente, o menor índice em décadas.
E a percepção sobre os riscos mudou: 53% dos americanos acreditam que até o consumo moderado faz mal à saúde. Em 2015, esse número era de apenas 28%.
O movimento é mais visível entre os jovens, que priorizam saúde física, clareza mental e longevidade. Tendências como o sober curious e o crescimento de bebidas sem álcool vêm ganhando espaço no mercado e na vida social.
O brinde continua, mas o conteúdo da taça já não é o mesmo.
Entre vacinas e corantes: o debate que agita a saúde dos EUA
Mais de 3.000 profissionais de saúde assinaram um pedido para que Robert F. Kennedy Jr. deixe o cargo de Secretário de Saúde dos EUA. Entre as propostas e declarações que geram debate estão a revisão dos protocolos de segurança de vacinas infantis, a restrição de determinados corantes e aditivos alimentares, a investigação sobre a influência da indústria farmacêutica nas agências reguladoras, o incentivo à medicina integrativa e terapias alternativas, a revisão de diretrizes nutricionais nacionais e a ampliação do uso de rótulos de advertência em produtos industrializados.
Apoiadores afirmam que suas propostas buscam mais transparência, autonomia e foco na prevenção. Já críticos alertam que essas mudanças podem enfraquecer políticas públicas consolidadas, além de ressaltarem que ele nunca fez residência médica e nunca atuou como médico.
Quando a política de saúde se transforma, o impacto não é apenas no papel.
Pretzel que cura câncer: a inovação que pode mudar o futuro da oncologia
Um pequeno dispositivo em formato de pretzel, chamado TAR-200, está mudando o tratamento do câncer de bexiga não invasivo.
Ele é inserido via cateter e libera o quimioterápico gemcitabina lentamente por três semanas.
O resultado impressiona: 82% dos pacientes que não respondiam à imunoterapia ficaram livres da doença em apenas três meses. Metade deles segue sem recidiva após um ano.
A FDA analisa o dispositivo em regime de prioridade.
Um formato inusitado que pode salvar vidas.
Escrito por Ana de Luca