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Empresário Tallis Gomes lidera campanha para demitir extremistas

O empresário Tallis Gomes, fundador da Easy Taxi, Singu e G4 Educação, está à frente de uma campanha nacional para que empresas brasileiras demitam extremistas ideológicos que prejudicam a cultura corporativa.

Not Journal 12 Sep 2025
TG quer proteger empresas do excesso de woke

TG quer proteger empresas do excesso de woke

O empresário Tallis Gomes, fundador da Easy Taxi, Singu e G4 Educação, transformou a indignação com o assassinato do ativista conservador Charlie Kirk e as ameaças sofridas pelo deputado Nikolas Ferreira em uma campanha nacional para que empresas brasileiras demitam extremistas ideológicos. Em vídeos no Instagram e X que viralizaram, acumulando milhares de curtidas, Gomes cobra ações concretas de RH para proteger a cultura corporativa de perfis que celebram mortes ou promovem violência, priorizando ética, meritocracia e resultados.

Kirk, de 31 anos e fundador da Turning Point USA, aliado de Donald Trump, foi baleado fatalmente em 10 de setembro durante um evento na Utah Valley University, nos EUA. O suspeito, Tyler Robinson, 22, foi preso horas depois. A notícia gerou celebrações por extremistas de esquerda nas redes, o que se estendeu ao Brasil. No dia seguinte, Ferreira, deputado federal (PL-MG) e figura conservadora, homenageou Kirk no X e recebeu ameaças de morte, como “vou te matar a tiros”, de um estudante de biológicas. Ele mobilizou segurança e denunciou os autores, destacando o “empoderamento” de radicais após o crime.

Esses eventos foram o estopim para Gomes, que já criticava o “esquerdismo radical” e havia sido “cancelado” por não contratar tais perfis. Em postagem de 12 de setembro, ele questiona: “Será que faz sentido trazer para dentro da minha cia pessoas que celebram a morte de outros, que carregam ideologias das trevas?”. No vídeo principal, Gomes lança a hashtag #demitaextremistas e chama empresários a “caçar o emprego desses trastes”, boicotando fornecedores que os empregam. “Meu dinheiro não será utilizado para nenhuma empresa que contrate terroristas que desejam/comemorem a morte de pessoas inocentes. E o seu?”, provoca, defendendo triagem ética em RH para evitar “bombas na operação”.

Gomes, que fatura meio bilhão na G4 Educação sem funding externo, enfatiza valores cristãos: reagir com firmeza, sem violência, investindo em desenvolvimento antes de demitir, mas priorizando alinhamento cultural. Ele critica a “geração woke” e jornadas remotas, defendendo presença física para inovação e produtividade. A campanha inspira CEOs a adotarem filtros semelhantes, vendo potencial em reduzir turnover, apesar de alertas sobre riscos de discriminação.

Para Gomes, é uma “cruzada” pro-business: proteger empresas de ideologias destrutivas em tempos de polarização. O movimento reflete o impacto de empreendedores em moldar negócios resilientes no Brasil.

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