Correção eleitoral derruba fintechs nos EUA; Agibank é exceção
Após euforia inicial, incertezas do segundo turno derrubam ações de fintechs brasileiras nos EUA; Agibank foge à regra.
Foto: Reprodução
Após uma semana de euforia com o primeiro turno das eleições no Brasil, as ações de fintechs brasileiras listadas nos Estados Unidos sofreram uma desvalorização generalizada entre os dias 12 e 16 de outubro de 2026, com o Agibank despontando como a única exceção positiva no período.
O movimento de baixa é interpretado pelo mercado como uma correção após o forte rali registrado até o dia 9 de outubro. Naquela ocasião, os papéis do setor haviam disparado impulsionados pela expectativa de uma agenda fiscal mais ortodoxa, menor intervenção estatal e a possibilidade de redução nas taxas de juros. Com a aproximação do segundo turno, marcado para 25 de outubro, as incertezas políticas e econômicas voltaram a pesar sobre os ativos.
Das sete empresas financeiras de tecnologia do Brasil negociadas nas bolsas norte-americanas, seis encerraram a semana no vermelho. O grupo, que inclui nomes como XP, Inter, Stone e Nu Holdings, viu perdas variadas. PicPay e PagBank registraram os menores impactos negativos, com quedas inferiores a 3%, sendo classificados como os ativos menos afetados pela debandada geral dos investidores.
Na contramão do setor, o Agibank (AGBK), listado na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), registrou uma alta de 8,90% na semana. As ações da companhia fecharam cotadas a US$ 7,34, o que representa um ganho de US$ 0,60 por papel.
Assine o Not Journal
Receba notícias em tempo real, análises profissionais e acesso ao Terminal Web.
- Notícias dos seus temas
- Terminal no celular
- Aviso de notícia nova
- Temas personalizados
- Terminal Web completo
- Análises profissionais