Brasil entrou no top 6 do visto founder, o mais disputado do Vale
O Brasil entrou no top 6 global de pedidos do visto O-1 — o mais disputado por founders que buscam acesso ao Vale do Silício.
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O movimento marca uma virada: o brasileiro deixou de ser visto como candidato a emprego e passou a ser reconhecido como fundador. Profissionais que constroem, captam e escalam empresas agora operam também no principal centro de negócios do mundo.
Isso não indica saída do país. O O-1 é ferramenta de mobilidade. Founders mantêm base, time e operação no Brasil, com liberdade para estar nos Estados Unidos em momentos decisivos — captação, reuniões e networking.
A Jumpstart Jumpstart Immigration atua nesse processo com uma solução que combina inteligência artificial, modelos estatísticos e revisão jurídica para aumentar a precisão dos pedidos. O modelo inclui reembolso de 100% do valor investido — incluindo taxas governamentais — em caso de negativa, além de custos até 50% menores que os de escritórios tradicionais.
Com mais de 1.250 clientes e cerca de R$ 10 milhões em receita anualizada, a empresa estrutura o processo com responsabilidade compartilhada e previsibilidade financeira. Segundo Fabiano Rocha, a proposta estabelece um novo padrão ao alinhar segurança financeira com execução jurídica no acesso ao mercado americano.
No fim, o movimento é claro: não é sobre sair do Brasil. É sobre ter acesso. Essa nova geração de founders entendeu que presença no Vale do Silício é vantagem competitiva — e o O-1 virou a chave para jogar esse jogo sem precisar abandonar o que já foi construído aqui.
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Jumpstart Immigration