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Adyen propõe ao BC mudanças para destravar o Pix Automático

Fintech propõe mudanças técnicas e regulatórias ao BC para impulsionar adesão ao Pix Automático.

Not Journal • • 1 min de leitura
Fernando Ribeiro/Adyen | (divulgação)

Fernando Ribeiro/Adyen | (divulgação)

A fintech Adyen avalia que o Pix Automático avança a passos lentos no mercado brasileiro e defende a necessidade de ajustes técnicos e regulatórios. Para reverter esse cenário, a empresa de tecnologia em pagamentos estruturou propostas de melhoria que serão levadas ao Banco Central (BC).

O diagnóstico foi apresentado durante um evento sobre o futuro da modalidade, realizado na sede da companhia em 21 de outubro de 2026. Segundo a Adyen, os principais pontos de fricção que dificultam a adesão em massa incluem barreiras nas autorizações e nos ciclos de cobrança, além de problemas com dados bancários, aceite opcional secundário e um ganho marginal reduzido para as empresas.

Lançado em 16 de junho de 2025, o Pix Automático foi criado para facilitar pagamentos recorrentes, como assinaturas e contas de consumo, eliminando convênios bilaterais e barateando custos em relação ao cartão de crédito. Dados do BC mostram que o número de usuários recebedores cresceu de mil, em dezembro de 2025, para 14 mil em agosto de 2026.

Apesar do crescimento, o mercado tem priorizado as jornadas de pagamento que utilizam QR Code ou a função Copia e Cola. A autorização direta pelo aplicativo do banco, conhecida como jornada 1, permanece como um dos principais pontos de atenção e foco das propostas de aprimoramento que a Adyen pretende discutir com o órgão regulador.

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